quarta-feira, 21 de março de 2012

Movies You Must Watch #7

Oi, gente!

Hoje o Movies You Must Watch será dos filmes que eu vi que concorreram ao Oscar 2012 na categoria de Melhor Filme. Achei os filmes que concorreram esse ano muito fracos. De todos, o único que tinha condições de ganhar foi O Artista mesmo, porque os outros não tinham esse cacife todo. Ainda faltam 5 filmes para eu assistir a todos que concorreram, mas dois eu não faço a menos questão – O Homem Que Mudou o Jogo e Cavalo de Guerra -, porque detesto filmes de cavalo por que raios um filme de cavalo concorreu ao Oscar? e de esporte.


Nenhum dos filmes que assisti entrou para a minha lista de favoritos, mas merecem ser vistos, com exceção do último, que pouca gente vai conseguir ver. Espero que gostem da lista de filmes!


Direção: Martin Scorsese
Origem: Estados Unidos da América
Ano: 2011


Sinopse: Hugo é um garoto de 12 anos que vive em uma estação de trem em Paris no começo do século XX. Seu pai, um relojoeiro que trabalhava em um museu, morre momentos depois de mostrar a Hugo a sua última descoberta: um androide, sentado numa escrivaninha, com uma caneta na mão, aguardando para escrever uma importante mensagem. O problema é que o menino não consegue ligar o robô, nem resolver o mistério, por falta de uma chave.

Esse filme é uma gracinha! O Asa Butterfield, além de lindo e com olhos impressionantemente azuis, é um ótimo ator mirim. OK, não tão mirim assim, porque ele já tem 14 anos, apesar de não parecer nem um pouco. Enfim... Gostei bastante da história, que começa meio infantil e vai ficando cada vez menos infantil ao longo do filme. Os cenários e os figurinos do filme são lindos! 

A verdadeira intenção do filme é contar a história de Georges Méliès e do cinema francês, mas não tira o mérito da historinha do Hugo Cabret. Você vai se envolvendo na aura mágica do filme e na determinação do Hugo em desvendar o segredo do robô junto com a sua nova amiga Isabelle. Fico na dúvida se é um filme de Oscar, mas é lindo e vale muito a pena assistir.


·   O Artista (The Artist)
Direção: Michel Hazanavicius
Origem: França
Ano: 2011


Sinopse: Hollywood 1927. George Valentin é um consagrado ator do cinema mudo a quem tudo e todos sorriem. A chegada dos filmes sonoros vai mergulhá-lo no esquecimento. Peppy Miller, jovem figurante, em contrapartida, será propulsada até ao firmamento das estrelas.

Fui assistir a esse filme sem nenhuma expectativa, porque nunca gostei de filmes mudos e em preto e branco, mas dei uma chance a ele e me surpreendi. Eu adorei o filme! A história não tem nada demais, não é super criativa, mas é legal. O Jean Dujardin e a Bérénice Bejo deram um show de interpretação, além do Uggie, o cãozinho lindo que aparece no filme, que interpreta melhor do que muitos atores por aí e merecia ganhar um Oscar também.

Por ser um filme atual, não tem aquele exagero todo dos filmes em P&B de antigamente, que eu acho muito chato. Os atores fazem caras e bocas, mas não é algo tão acintoso. A trilha sonora ótima ajuda muito também, pelo fato de o filme ser mudo. Para mim, o mais engraçado do filme é ele ser francês, com a maioria de atores franceses, contar a história do cinema americano e ser todo em inglês (as legendas e o final). Oi? A França detesta os Estados Unidos e os americanos! Creio que o filme foi feito para ganhar o Oscar mesmo, calculadamente. Afinal, um filme preto e branco e mudo em pleno ano de 2012, em que já existem filmes 3D, é um risco; mas também uma tacada de mestre para ganhar o Oscar. Não desmerece o filme nem diminui o seu valor, é apenas uma observação.


·  Meia-Noite em Paris (Midnight in Paris)
Direção: Woody Allen
Origem: Estados Unidos da América
Ano: 2011


Sinopse: Gil sempre idolatrou os grandes escritores americanos e quis ser como eles. A vida lhe levou a trabalhar como roteirista em Hollywood, o que por um lado fez com que fosse muito bem remunerado, por outro lhe rendeu uma boa dose de frustração. Agora ele está prestes a ir para Paris ao lado de sua noiva, Inez, e dos pais dela, John e Helen. John irá à cidade para fechar um grande negócio e não se preocupa nem um pouco em esconder sua desaprovação pelo futuro genro. Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido, e é onde muitas coisas irão acontecer.

Fui assistir a esse filme com uma expectativa enorme por ser do Woody Allen, mas me decepcionei. É legalzinho para se distrair, porém fraco. O que mais gostei no filme foram as interações dos personagens na época atual com os grandes nomes da literatura, da música e da arte das décadas passadas. O diálogo entre eles é interessante e mostra que ninguém está satisfeito com a época em que vive; todos consideram outra década do passado a sua eleita Era de Ouro e gostariam de ter vivido nela. E, óbvio, é um filme lindo. Impossível não sê-lo com Paris como cenário de fundo.

Não gostei da escolha do Owen Wilson para o papel principal, porque ele tem cara de babaca sorry, Owen. A Rachel McAdams está bem em seu papel e a Marion Cotillard está maravilhosa como sempre. Os cenários são lindos, a trilha sonora e a fotografia também. A história é até criativa e meio surreal, mas o filme em si é bem sem graça. Não é digno de Woody Allen nem de Oscar.


·   A Árvore da Vida (The Tree of Life)
Direção: Terrence Malick
Origem: Estados Unidos da América
Ano: 2011


Sinopse: "A Árvore da Vida" aproxima o foco na relação entre pai e filho de uma família comum, e expande a ótica desta rica relação, ao longo dos séculos, desde o Big Bang até o fim dos tempos, em uma fabulosa viagem pela história da vida e seus mistérios, que culmina na busca pelo amor altruísta e o perdão.

Em uma palavra: chato. Lendo a sinopse e vendo o trailer, parece que o filme é maravilhoso. Aí você vai ao cinema assisti-lo e quase dorme na sala de tão monótono que é. Acho que dormi uns 10 minutos durante a sessão. Acredito que quase metade do filme seja só de imagens retiradas do Discovery Channel. OK, são muito bonitas, mas eu não fui assistir a um filme para vê-las. O filme é extremamente complexo, poético, filosófico e metafórico. Algumas partes não foram feitas para serem entendidas, e sim, para serem contempladas por sua beleza. É preciso muita imaginação e cogumelo alucinógeno para entender, de fato, esse filme, além de muita disposição para assisti-lo, porque é muito cansativo. Cults de plantão dirão que o filme é fantástico, incrível e genial, mas não acreditem, porque nem eles mesmos entenderam o filme.

A fotografia é o forte do filme, uma das mais lindas que já vi até hoje, e a interpretação dos atores, inclusive das crianças, é ótima, mas, mesmo assim, o filme não colou e não mereceu estar entre os melhores do ano.

E vocês, assistiram a algum filme que concorreu ao Oscar desse ano?

4 comentários:

Estela Pilz disse...

Oiii amigaa
Adorei o post, sabe que tb estou muito curiosa pra ver todos estes filmes.. E não tenho dúvida de que todos são bons, afinal, ser indicado ao Oscar não é pra todo mundo. Vamos ver se O Artista mereceu mesmo..

Beijos

Tela
Penseira Literária

Jeniffer Yara disse...

Eu só assisti Meia noite em Paris, amei todo ele, os outros quero assistir, principalmente O artista <3

Beijos ><
http://mon-autre.blogspot.com/

Mayara Fernandes disse...

Bem, eu tenho o livro do Hugo é otimo, o filme ainda pretendo ver, nao vejo a hora :p
os outros fora arvore da vida que nao vi, e que filme chatoo vi ele em casa é horrivel, nao gostei nem um pouquinho



e uma coisinha, seu blog nao ta azul e escuro demais?
sério ele ta meio estranho nestas cores!
desculpe

Gabi disse...

Muito legal a dica, ainda não assisti todos também!

Quero assistir!

Beijos!

coisitasnossas.blogspot.com

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