quinta-feira, 16 de maio de 2013

Festival Varilux de Cinema Francês – Parte II


Oi, gente!

Hoje vim escrever a segunda parte dos posts sobre os filmes que vi no Festival Varilux de Cinema. Espero que gostem!


·  Aconteceu em Saint-Tropez (Des Gens Qui s'Embrassent)
Direção: Danièle Thompson
Origem: França
Ano: 2013


Sinopse: A história gira em torno de uma família, baseada na relação entre dois irmãos e seu pai com Alzheimer. Enquanto Zef está no enterro de sua mulher, Roni está no casamento de sua filha. Estes eventos conflitantes agravam ainda mais a já existente tempestuosa relação entre os dois irmãos. Entre Londres, Paris, Saint-Tropez e Nova York, uma série de confrontos e traições ameaçam afastar ainda mais a família, mas fora desta confusão aparecerá uma grande história de amor...ou talvez duas.

Milagrosamente, o título em português se encaixou melhor que o original - Aconteceu em Saint-Tropez é bem melhor que "Pessoas que se beijam".


Dois irmãos com diferenças antigas vivendo situações opostas. Uma voluptuosa esposa italiana em meio a uma família francesa. Um pai com Alzheimer que se esquece e se lembra dos fatos antigos e atuais e de seus parentes, contando seus casos amorosos extra-conjugais a seus filhos. Duas primas que se consideram irmãs que amam o mesmo homem sem saber, e uma se casa com ele. É nesse cenário que ocorrem as confusões e as surpresas.

É uma típica comédia romântica francesa, divertida, com seus clichês e pontos positivos. Bonitinha, porém nada demais, mas vale a pena ser vista.

·  Pedalando com Molière (Alceste à Bicyclette)
Direção: Philippe Le Guay
Origem: França
Ano: 2011


Sinopse: Cansado da carreira de ator, o respeitado Serge Tanneur decide abandonar os palcos e se aposentar, vivendo isolado na pequena Ilha de Ré. Sua calma é interrompida pela chegada de Gauthier Valence, ator de televisão popular, que o convida a interpretar o papel principal em uma adaptação de O Misantropo, de Molière. Afinal, a nova condição de Serge combina muito bem com o personagem clássico... Após a recusa inicial, Serge propõe um desafio: ambos devem ensaiar a primeira cena da peça juntos, nos papéis de Philinte e Alceste, e depois de cinco dias treinando, ele dará a resposta sobre sua participação. Começam assim os jogos de poder e manipulação entre os dois homens.

Pedalando com Molière é a relação entre dois atores, conhecidos entre si, mas não amigos. Um medindo forças sobre quem está certo, quem interpreta melhor e quem ficará com o papel de Alceste, personagem favoritos dos dois. Mesmo alternando os papéis, eles sempre querem interpretar o Alceste.

Gauthier convida Serge a fazer a peça O Misantropo com ele. Serge, que sempre quis interpretá-la, acha que fará o papel de Alceste, mas Gauthier lhe diz que quem fará Alceste será ele e que Serge ficará com o papel de Philinte, o que não lhe agrada nem um pouco. Serge, então, diz que não fará Philinte, somente Alceste. Para tentar contornar a situação, Gauthier propõe a Serge que eles ensaiem alternando os papéis e que façam o mesmo no palco. Serge aceita e diz que ao final da semana lhe dará a resposta sobre sua possível participação na peça.


Todo dia de ensaio, eles tiram na cara ou coroa quem fará o tão disputado Alceste. Serge controla a situação a todo tempo, interpreta seu papel favorito, dá dicas e até corrige Gauthier durante os ensaios, com um ar superior. Até o dia em que este percebe e não gosta nada. Nesse meio tempo, Serge começa a interessar por uma vizinha italiana, que antes julgava antipática.

O filme é muito parado no início. Só a partir do meio que começa a ganhar ritmo e a ficar realmente interessante. Ótimas atuações de Fabrice Luchini e Lambert Wilson como Serge e Gauthier, respectivamente. Belas paisagens e boa trilha sonora. O final é genial. Recomendo!

Para ler a Parte I, clique aqui.

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